Agora a noite: médico confirma triste notícia sobre Bolsonaro, ele pode ter… Ver mais

A internação do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a mobilizar atenção no cenário político e nas redes sociais nesta sexta-feira (13). O ex-chefe do Executivo foi encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva após exames realizados no hospital Hospital DF Star, em Brasília, apontarem um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral. A notícia rapidamente repercutiu entre apoiadores, aliados políticos e observadores da cena nacional, que acompanham atualizações sobre o estado de saúde do ex-presidente. Segundo a equipe médica responsável, a decisão de mantê-lo na UTI faz parte de um protocolo de monitoramento intensivo, necessário para garantir acompanhamento contínuo da evolução do tratamento.
Durante entrevista coletiva realizada na noite desta sexta-feira, os médicos explicaram que o estado clínico de Bolsonaro no momento da chegada ao hospital exigiu atenção imediata da equipe especializada. De acordo com os profissionais, o quadro foi inicialmente considerado bastante delicado, o que justificou a internação em ambiente de cuidados intensivos. Apesar disso, as informações mais recentes apontam que o ex-presidente está consciente e apresenta sinais de estabilidade clínica. A equipe ressaltou que a resposta ao tratamento será acompanhada de perto, com exames periódicos e suporte médico constante para avaliar a evolução da infecção pulmonar.
O médico Cláudio Birolini destacou que, embora o quadro esteja controlado neste momento, a situação exige cautela. Segundo ele, casos de broncopneumonia podem apresentar variações ao longo do tratamento, especialmente quando afetam ambos os pulmões. Por essa razão, a equipe mantém vigilância permanente para evitar complicações e garantir que o organismo responda de forma positiva à terapia medicamentosa. “O quadro atual é estável, mas seguimos atentos para prevenir qualquer intercorrência”, explicou o especialista durante a coletiva, reforçando o compromisso da equipe em oferecer o melhor acompanhamento possível.
Outro ponto destacado pelos profissionais foi que Bolsonaro não precisou passar por procedimentos invasivos, como ventilação mecânica. Essa informação foi considerada um fator positivo dentro do contexto clínico. Ainda assim, a recomendação médica é de repouso absoluto e observação contínua na UTI, ambiente que oferece estrutura adequada para intervenções rápidas caso seja necessário. A estratégia adotada pelos médicos busca proporcionar segurança ao paciente enquanto os medicamentos atuam no controle da infecção que atingiu os pulmões.
O cardiologista Leandro Echenique também explicou que o episódio atual apresenta maior intensidade em comparação a quadros respiratórios enfrentados pelo ex-presidente no ano passado. Segundo ele, desta vez a infecção alcançou os dois pulmões, o que exige um período maior de recuperação e monitoramento hospitalar. “Agora ele vai permanecer na UTI pelo tempo necessário para restabelecer plenamente a função pulmonar e garantir a recuperação da saúde”, afirmou o médico, destacando que a prioridade da equipe é assegurar uma recuperação gradual e segura.
Até o momento, não há previsão de alta hospitalar. A equipe médica informou que novas avaliações serão feitas diariamente para acompanhar a evolução clínica e definir os próximos passos do tratamento. Enquanto isso, aliados políticos, familiares e apoiadores acompanham as atualizações divulgadas pelo hospital. A expectativa é que, com acompanhamento intensivo e tratamento adequado, o ex-presidente apresente melhora progressiva nos próximos dias, permitindo que deixe a UTI quando os médicos considerarem que o quadro respiratório está plenamente controlado e seguro para uma nova etapa da recuperação.




